Projetos Institucionais - abril de 2008
Diretoria de Tecnologias de Apoio à Aprendizagem, DTA
Decanato de Ensino de Graduação, DEG
Universidade de Brasília, UnB

A Diretoria de Tecnologias de Apoio à Aprendizagem, DTA, foi criada, em novembro de 2005, logo no início da gestão do professor Timothy, reconhecendo a relevância que tinha alcançado, à época, o uso de ambientes de aprendizagem em rede na UnB, especialmente com a iniciativa, até então não institucional, Aprender.UnB.br.

Para subsídio da gestão pró-tempore que assumiu em abril de 2008, segue a relação dos pontos mais críticos a serem considerados, nos projetos aos quais se quiser dar continuidade.

Estes projetos são fruto de trabalho em equipe, da interação com as diversas unidades que desenvolveram propostas e com os coordenadores dos diversos cursos. Eles estão relacionados nesta página exclusivamente para dar subsídios à administração pro-tempore. Não hão nenhuma pretensão de autoria dos mesmos.

Núcleo de Apoio ao Docente
O núcleo começou em 2004, dando apoio aos docentes da UnB que utilizam o Moodle, com oficinas presenciais e cursos pela Internet. A partir da implantação do Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento, CDTC, foi oferecido um serviço de atendimento de consultas, pela Internet, por telefone e presencial, com estagiários do CDTC e bolsistas da UnB. As "quintas do professor", oferecidas pelo professor Athail Pulino a partir de 2006, sistematizaram este atendimento. Quando começa a funcionar o programa UAB, o professor Athail e os estagiários se incorporam ao programa, e o atendimento se estende aos professores e tutores da UAB. Esta etapa inclui novos estagiários e se estende às diversas tecnologias de apoio à aprendizagem. Em abril de 2008, o núcleo estava em fase de estruturação para oferecer apoio mais amplo a todos os docentes da UnB no uso das diversas práticas pedagógicas, na formação continuada e no suporte para superar os desafios e problemas cotidianos. Os pontos que estavam sendo trabalhados são:
  • Estruturação do modelo, a partir de levantamento comparativo de espaços semelhantes no Brasil, na América Latina e na América do Norte;
  • Definição de espaço físico adequado, a médio prazo, para as atividades previstas no projeto, no prédio novo de salas de aula: recepção e biblioteca do professor, laboratório para atividades práticas de formação de professores e atividades de tutoria (40 lugares), espaço para a equipe de apoio técnico e de desenvolvimento, espaço administrativo, espaço para a coordenação geral, espaço (rotativo) para coordenação de cursos;
  • Realização de concurso para professor, em vaga da UAB, com perfil que mostre capacidade gerencial de projetos e familiaridade ou abertura para o uso das atuais tecnologias de aprendizagem a distância, de forma urgente, levando em consideração os prazos para contratação em ano eleitoral;
  • Ampliação, a curto prazo, do espaço físico para a UAB, possivelmente no DEG, consolidação do uso da Escola de Informática e decentralização de serviços de administração acadêmicos e financeiros nas unidades.
Universidade Aberta do Brasil, UAB
Programa do Ministério da Educação do Brasil, MEC, que expande a ação das universidades públicas, especialmente as federais, usando ensino híbrido –presencial e a distância. O envolvimento da UnB no programa começa ainda em 2003, quando a professora Tania Schmitt, então diretora da DAIA/DEG, na UnB, coordenava as propostas de cursos para o programa Pró-Licenciatura. Este programa começou com os cursos de Biologia, Educação Física e Artes, com ambientes de aprendizagem diversificados. A partir de 2006, o DEG, passa a coordenar o programa na UnB, articulando as propostas de Institutos e Faculdades que seriam submetidas ao MEC. A partir de 2007, foram designados formalmente como Coordenador Geral e Coordenador Adjunto da UAB na UnB, os professores Murilo Camargo e Leonardo Lazarte, respectivamente. Pouco depois de ser contratada como professora da UnB, em vaga específica para este programa, a Professora Wilsa Ramos assume como Coordenadora Pedagógica. Em abril de 2008, a decana de graduação pró-tempore designa a professora Wilsa como coordenadora geral do programa na UnB, e a professora Ana Marilis como coordenadora adjunta. Os principais pontos pendentes nesse momento são:
  • Confirmação, junto ao MEC, dos pólos de Santa Maria e da Ceilândia, incluindo assinatura de termo de compromisso pelo GDF;
  • Discutir, com a Coordenação Nacional da UAB, na SEED/MEC, em conjunto com os representantes do GDF, os cursos que serão ministrados nos pólos, já que a lista aprovada não contempla os compromissos anteriores;
  • Estabelecer, junto com o IdA e o GDF, as adequações necessárias nos pólos, para os cursos de Artes;
  • Definição dos cursos e pólos a serem contemplados no segundo ano da UAB.
Aprender.UnB.br
Oferecendo, em 2008, mais de mil disciplinas ou turmas de cursos de graduação da UnB, esta iniciativa surgiu em 2004, da demanda de professores, foi alimentada pela rápida adesão dos alunos e contou com o apoio do Departamento de Matemática, da Faculdade de Tecnologia, do Instituto de Ciências Exatas e da FINATEC para se consolidar. Em 2005 foi assumida institucionalmente com a criação, pelo Reitor, da Diretoria de Tecnologias de Apoio à Aprendizagem, dentro do Decanato de Ensino de Graduação. Os principais pontos de atenção para este projeto são, em abril de 2008:
  • Definir forma de pagamento adequada, para não colocar em risco a continuidade do acesso ao ambiente, e mesmo perder as mais de mil disciplinas nele estruturadas;
  • Consolidar a estrutura de apoio aos professores: estagiários, telefones.
UnB 50 anos
O projeto UnB 50 anos sintetiza e estrutura várias das iniciativas de expansão e reestruturação da Universidade de Brasília. A primeira referência é o Plano Diretor, de por volta de 2003. Incorpora o plano de expansão das universidades federais e o REUNI. Principais eixos que estão sendo trabalhados:
  • Estruturação das disciplinas com grande demanda
    Desde o primeiro semestre de 2006, o Decanato de Ensino de Graduação tem apoiado, com monitores, equipamentos e alocação de salas de aulas adequadas, as disciplinas com grande demanda em que foram apresentados projetos propondo formas de melhorar a qualidade da oferta para atender essa demanda. É necessário ainda estruturar uma instância de coordenação para a oferta adequada destas disciplinas, incluindo alocação de professores –em acordo com as unidades acadêmicas–, programas de avaliação de qualidade e alocação de recursos: monitores e tutores (em fase de implantação), salas adequadas e equipamentos;
  • Adequação dos Anfiteatros
    Os anfiteatros do ICC (Minhocão) não tem condições adequadas para dar aulas, especialmente para turmas maiores. Foram feitos levantamentos junto aos professores que usam esses espaços (assim como as salas maiores nos pavilhões João Calmon e Anísio Teixeira), para sistematizar as principais deficiências e demandas. Foi envolvido o Centro de Planejamento Oscar Niemeyer, CEPLAN, para elaborar propostas. Os recursos necessários para estas obras foram inluídos no REUNI e foram concedidos, no fim de 2007. No planejamento anteRior a abril de 2008, a programação era de ter disponíveis, no início do segundo semestre de 2008, dois anfiteatros na Ala Sul do ICC e dois na Ala Ala Norte já reformados. A reforma dos demais espaços dependeria de acordo com o CEPLAN.
  • Expansão: Ceilândia, Gama e Planaltina
    Com o foco de Ceilândia em Saúde e do Gama em Tecnologia, estes campi tem seus coordenadors naturais para o processo de expansão. No caso de Planaltina, há uma interação entre a equipe de professores atuais e os relacionados a novos cursos.
    • Licitação dos prédios;
    • Adequação dos espaços para começar as aulas;
    • Conclusão das propostas de cursos;
    • Submeter os cursos para os conselhos;
    • Programar vestibular e renegociar prazos com o MEC;
    • Concluir os concursos;
    • Trabalhar urbanismo, especialmente do Gama.
  • Ampliação do acesso
    No Campus Darcy Ribeiro há propostas de ampliação de cursos existentes, de criação de novas turmas e de criação de novos cursos. A proposta dos Bacharelados em Grandes Áreas faz parte da estratégia de viabilizar esta ampliação, oferecendo uma base comum que pode ser aproveitada, em maior ou menor medida, pelos divesos cursos.
    • Desenho dos laboratórios, pela equipe que visitou universidades no exterior;
    • Consulta com os colegiados dos departamentos envolvidos;
    • Licitação do prédio de salas de aula;
    • Negociação, com o CEPLAN, para incluir o espaço do Núcleo de Apoio ao Docente no novo prédio;
  • Projeto Pedagógico Institucional – Novos cursos
    Conforme consta nos diversos documentos divulgados na comunidade, inclusive na convocação de Coordenadores de Cursos, Chefes de Departamentos e Diretores de Unidades Acadêmicas, no início do ano, o planejamento para a implantação dos diversos cursos e a ampliação relativa ao REUNI, seguiam a progrmação e diretrizes abaixo relacionadas:
    1. Nenhum novo curso ou ampliação dos existentes seria iniciada sem que a universidade dispusesse, antecipadamente, dos professores, funcionários e dos recursos para construções e equipamentos necessários;
    2. A carta de intenções aprovada pelo CONSUNI em outubro de 2007, submetida ao MEC, e aprovada, gerando a transferência de recursos, foi elaborada a partir das propostas enviadas por institutos e faculdades, mas nunca constituiu em programa de implementação, até porque nem os projetos estão suficientemente detalhados, e o escopo da expansão ficaria na dependência do quantitativo de recursos a ser recebidos;
    3. O compromisso assumido com o MEC deixou, propositalmente, um ano e meio de prazo, desde o começo da liberação dos recursos e as contratações até o início dos novos cursos. Neste período, tanto os professores atuais do quadro da UnB como os novos professores contratados, trabalhariam na preparação dos projetos de cada curso e das disciplinas iniciais;
    4. Durante o primeiro semestre de 2008 foi programada uma série de seis seminários abordando as diversas dimensões que compõem um Plano Pedagógico Institucional;
    5. Elaborado o Plano Pedagógico Institucional da UnB, caberia a cada unidade acadêmica, ou conjunto delas, nos cursos mais inter-disciplinares, elaborar o Plano Pedagógico de cada curso;
    6. Dependendo do formato que fosse proposto para as etapas iniciais dos cursos, os Bacharelados em Grandes Áreas poderiam compartilhar a infra-estrutura administrativa dos cursos de grande demanda já existentes.
  • Universidade Aberta do Brasil
    Este programa do MEC foi incorporado pela UnB, na perspectiva de se integrar, de forma cada vez mais indistingüível com os cursos regulares, de acordo com consensos construídos entre o Decanato de Ensino de Graduação, a coordenação da UAB na UnB, os coordenadores de cursos e os professores participantes.
  • Pólos da UnB – UnB nas Cidades
    • Santa Maria. Já disponível, inicialmente para a UAB, depois, Pró-Licenciatura, finalmente, como pólo geral da UnB;
    • Ceilândia, idem, mas também há atividades de extensão, como no Gama;
    • Foi colocada a "pedra fundamental" no Paranoá;
    • Há propostas, do GDF, para Braslândia, São Sebastião, Riacho Fundo e Sobradinho;
    • Em Planaltina as atividades do Pró-Licenciatura (a distância), serão feitas no Campus.

Página criada em 17 de abril de 2008. Última atualização: 28 de abril de 2008. Valid HTML 4.01!